Os testes de QI como os conhecemos hoje resultam da evolução de quase um século de investigação. Em 1905, Binet e Simon conceberam o primeiro sistema para testar a inteligência. A pointuação era baseada em níveis mentais estandardizados para vários grupos de idades. Em 1916, Terman, da Universidade de Standford, expandiu a escala de inteligência Binet-Simon.
A ideia de um teste poderia ajudar a identificar crianças com problemas de desenvolvimento ou dificuldades de aprendizagem tornou-se extremamente popular e aparentemente muito útil.
Stern, um psicólogo alemão, pouco antes da primeira guerra mundial, sugeriu uma outra forma de avaliar a inteligência, onde os seus resultados eram determinados pela relação entre a idade cronológica e a sua idade mental, nascendo assim os Testes de QI.
Nessa altura, o quociente de inteligência era igual a cem vezes a Idade Mental dividida pela Idade Cronológica. Por exemplo, se uma determinada criança começasse a ler aos três anos (Idade Cronológica) e as crianças começassem, em média, a ler aos seis anos (Idade Mental), a criança teria um QI de 200 (esta pontuação é extremamente rara).
Contudo esta forma não se tornou muito útil para os adultos, ja que os resultados brutos começam a nivelar-se a partir dos dezasseis.
Hoje em dia, utilizam-se testes concebidos pelo Wechsler, WAIS-R e WAIC-R. Wechsler concebeu um sistema baseado não na idade mental irreal, mas no desvio percentual da norma. Considera-se um nível médio de QI de 100 e desvio-padrão de 15.
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